Eduardo Baptista completou nesta quinta-feira (07) um ano no comando do Criciúma Esporte Clube. O treinador assumiu o Tigre ainda nas primeiras rodadas da Série B de 2025 e fez com que a equipe saísse da zona de rebaixamento e chegasse às primeiras posições da competição, ficando a um ponto do acesso para a primeira divisão.
Em celebração a marca de um ano, Baptista ressaltou sua admiração pela torcida do Criciúma, a confiança no projeto que está construindo junto a equipe e também destacou o legado que pretende deixar no clube.
‘O lugar onde queria estar’
“Eu fico muito feliz (com a marca de um ano). Desde que cheguei aqui, era o lugar onde queria estar. Eu já tinha admiração pela torcida do Criciúma, mas poder estar com eles é algo especial. Eu tenho algumas marcas em algumas torcidas, mas com certeza a do Criciúma é uma das principais”, declarou o treinador.
Início de trabalho foi o momento mais difícil
Relembrando o período de um ano no cargo, Baptista afirmou que o momento mais difícil que viveu no comando do Criciúma foi justamente o início – quando assumiu a equipe em baixa na Série B, logo após a demissão de Zé Ricardo.
“A gente encontrou um ambiente de cabeça baixa, de pouca confiança. Não vínhamos de bons resultados e nos três primeiros jogos tivemos dificuldade. Os primeiros 20 dias foram bastante tensos”, pontuou.
Já o melhor momento, na avaliação do comandante, foi quando a equipe conseguiu bater o Coritiba, na época líder da Série B, pelo placar de 2 a 0 jogando fora de casa. “A gente pegou um time de muitas dúvidas, com uma carga negativa e ruim, e de repente saiu dali para o primeiro lugar. Foi onde a gente viu que tinha condições de brigar”, pontuou.
O legado que pretende deixar no Criciúma
Quando questionado sobre o legado que pretende deixar no Criciúma, Baptista falou sobre uma filosofia pessoal: a de valorizar a base. O treinador, que tem utilizado jogadores como Hiago, Ruan e Thiaguinho no time profissional (por vezes até mesmo como titulares), destacou o movimento de subir atletas como uma das suas grandes motivações.
“Um ponto pessoal importante para mim é a base. Eu cheguei aqui com bastante cobrança, com as pessoas cobrando a base como se fosse pegar os meninos, jogar no profissional e vai. Mas a base é um processo. Os meus títulos são muito mais dos meninos que hoje rendem, o meu prazer é ver esses atletas hoje rendendo”, declarou.














