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‘Foi muito desleal da parte dele’, diz Éder sobre como Eduardo Baptista saiu do Criciúma

A saída do técnico Eduardo Baptista do Criciúma pode até já ter sido superada dentro de campo, com uma vitória convincente no último fim de semana na estreia de Umberto Louzer, mas segue rendendo provocações por parte da diretoria do clube carvoeiro.

Em entrevista à Rádio Bandeirantes, Éder Citadin, ídolo do Criciúma e atualmente diretor de futebol do clube, disse ter ficado decepcionado pela forma como Baptista deixou o Tigre – chamando-o, até mesmo, de desleal.

Pediu blindagem e saiu sem se despedir

Éder afirma que sempre teve uma boa relação com Eduardo Baptista e que, por vezes, inclusive, o treinador pediu que ele ajudasse a blindá-lo bem como o restante dos jogadores das discussões que vinham de fora.

“Ele sempre muito aberto comigo, me ligava e trocava ideia. Pediu muitas vezes para eu proteger o elenco, ele mesmo e todo o staff e sempre fiz isso com muita seriedade”, declarou.

A saída, no entanto, da forma como aconteceu, incomodou o diretor de futebol do Tigre. Eder criticou o fato de Baptista ter entrado em campo na derrota contra o Operário-PR já, segundo informações, estando acertado com o Internacional.

“Acho que esse comportamento dele foi muito desleal, em respeito com todo o clube e tudo aquilo que o clube fez por ele. Você ir para um jogo importante como aquele, já assinado ou apalavrado com o Inter, ainda mais o que fez depois do jogo de ter ido pra coletiva, ter fechado com o grupo todo ali. Acho que foi muito desleal da parte dele”, confessou.