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Ponte Preta enfrenta crise financeira e risco de rebaixamento no Paulistão

A Ponte Preta vive um dos momentos mais delicados de sua história recente. Virtualmente rebaixada no Campeonato Paulista 2026 e mergulhada em uma grave crise financeira, o clube lida com salários atrasados, dívidas acumuladas e caixa comprometido.

Gestão de Luiz Torrano

O presidente Luiz Torrano, eleito em novembro, explicou que só assumiu de fato em janeiro devido a trâmites jurídicos. Nesse período, as dívidas cresceram e o clube precisou desembolsar cerca de R$ 5 milhões em apenas 15 dias para quitar salários, contas e transfer bans da CBF e da FIFA.

Estratégia financeira

Para manter o clube ativo, a diretoria aposta em cotas da Copa do Brasil e da Série B, além de novos investimentos e ações de marketing. A venda do atacante Jeh ajudou a aliviar parte das dívidas, mas Torrano admite que o desafio é enorme e depende também do apoio da torcida.

Projeto de longo prazo

Segundo o presidente, a recuperação da Ponte Preta é um projeto de dez anos, já que o clube acumula problemas financeiros há duas décadas. Torrano reforça que não há solução imediata e que o objetivo é recolocar a Macaca nos trilhos, disputando competições de forma competitiva.

Sentimento da diretoria

Apesar da tristeza pelo risco de rebaixamento, Torrano garante que a luta pela permanência continua. Ele destaca que apenas jogadores comprometidos permanecerão e que a torcida apaixonada será fundamental para reconstruir a credibilidade e o futuro do clube.