A Procuradoria-Geral do Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina (TJD-SC) solicitou, nesta quarta-feira, a aplicação de uma punição preventiva ao Joinville Esporte Clube (JEC) pelos episódios ocorridos na derrota por 4 a 2 para o Marcílio Dias, na Arena Joinville, válida pela segunda fase do Campeonato Catarinense 2026.
Decisão do Tribunal
O pedido foi aceito pelo presidente do TJD-SC, Mário Bertoncini, que aplicou uma “medida inominada” – instrumento jurídico de urgência semelhante a uma liminar. A decisão determina a perda de mando de campo por três partidas, com jogos realizados de portões fechados, sem torcida e sem venda de ingressos.
Motivos da punição
A medida preventiva foi baseada na gravidade das ações da torcida do Joinville. Durante o segundo tempo da partida contra o Marcílio Dias, houve:
- Arremesso de sinalizadores e objetos ao gramado.
- Confronto entre torcedores e Polícia Militar.
- Interrupção da partida por 52 minutos, conforme relatado em súmula pelo árbitro Braulio da Silva Machado.
Impacto imediato
Com a decisão, o Joinville fica impedido de atuar com torcida presente até que o caso seja julgado em definitivo pelo TJD-SC. O julgamento está previsto para o dia 10 de fevereiro, antes do próximo compromisso do clube na Arena, marcado para o dia 13 contra o Carlos Renaux. Caso seja condenado, o JEC corre o risco de disputar os dois jogos restantes do “quadrangular da morte” com portões fechados, incluindo o duelo contra o Figueirense em 1º de març














