O esquiador Lucas Pinheiro Braathen fez história no último sábado (14), ao conquistar a primeira medalha olímpica de inverno do Brasil e da América Latina: o ouro no slalom gigante dos Jogos de Milão-Cortina 2026. Dias depois, nesta sexta-feira (20), o atleta reforçou seu desejo de ser inspiração para jovens brasileiros que sonham em seguir no esporte.
Compromisso com o futuro
Durante evento na Casa Brasil, instalada em Milão, Braathen destacou a importância de usar sua visibilidade para promover mudanças positivas:
“Tenho a atenção do povo brasileiro, a oportunidade de fazer o bem, de trazer uma mudança. Estou muito entusiasmado por trabalhar com o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) para ajudar a nova geração que quer entrar no esporte e celebrar a diversidade do nosso país”, afirmou.
Reconhecimento e premiação
O carismático esquiador, nascido em Oslo há 25 anos e representante do Brasil desde 2024, recebeu um cheque de R$ 350 mil, prêmio destinado pelo COB aos campeões olímpicos. Na prova que entrou para a história, Lucas superou até mesmo o número 1 do ranking mundial do esqui alpino, o suíço Marco Odermatt, que ficou com a prata.
Apoio e gratidão
Braathen fez questão de dividir sua conquista com os brasileiros:
“Sei que este esporte é individual, mas eu nunca teria conseguido isso sozinho. Então, graças a vocês, a todos, estamos juntos”, declarou em comunicado do COB.
Próximos desafios
Dois dias após o ouro, Lucas voltou às pistas para disputar o slalom, mas acabou caindo na primeira descida sob forte nevasca e precisou abandonar a prova. Apesar do revés, o atleta segue como referência e símbolo de superação para o esporte brasileiro.














