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AFA e River Plate criticam aumento de impostos

A Associação do Futebol Argentino (AFA) e o River Plate se manifestaram contra um novo decreto do presidente Javier Milei, que aumenta os encargos sociais pagos pelos clubes de futebol no país. A medida revoga o regime tributário especial que beneficiava essas instituições, passando a exigir o recolhimento de tributos conforme o regime geral.

Em nota oficial, o River Plate classificou a decisão como “confiscatória”, argumentando que a medida, em vez de gerar benefícios como afirma o governo, compromete o impacto econômico positivo gerado pelo clube. A diretoria do River também destacou o papel social e educativo da instituição, além de lembrar que o clube é responsável por gerar receitas genuínas em moeda estrangeira para a Argentina, contribuindo com a economia nacional.

Por outro lado, o governo defendeu a mudança. O ministro de Desregulação da Argentina, Federico Sturzenegger, utilizou a rede social X (antigo Twitter) para justificar o decreto. Segundo ele, os clubes de futebol vinham sendo “milionários subsidiados pelos aposentados”, ao pagarem menos impostos do que o restante da sociedade.

A AFA também se posicionou ao lado dos clubes e criticou a medida por considerar que ela pune um setor que movimenta a economia, promove inclusão social e representa internacionalmente o país no cenário esportivo.