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Neymar

Carlo Ancelotti descarta Neymar para a Copa do Mundo 2026, citando falta de intensidade física e comprometimento

O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, sinalizou que Neymar dificilmente estará entre os convocados para a Copa do Mundo de 2026. A avaliação do treinador italiano é baseada em critérios físicos rigorosos e na atual condição do atacante do Santos, que ficou fora da lista da Data FIFA de novembro.

Neymar fora da convocação: preocupação com desempenho físico

Segundo informações divulgadas pelo UOL e confirmadas por outros veículos, Ancelotti não acredita que Neymar tenha capacidade de atuar em alta intensidade, exigência considerada fundamental para integrar o elenco brasileiro no Mundial. A comissão técnica da Seleção teria analisado dados fisiológicos e de GPS do jogador, constatando que seus índices estão bem abaixo do padrão de atletas de elite.

Declaração de Ancelotti reforça exigência física para a Copa

Durante coletiva recente, o técnico foi direto ao explicar os critérios de convocação:

“Pode ser que leve jogador que não tenha intensidade para o primeiro ou segundo jogo. Que não tenha intensidade para todo o Mundial, não. Precisamos de jogadores fisicamente no nível top”.

Nos bastidores, Ancelotti também demonstra insatisfação com a postura extracampo de Neymar, considerada pouco comprometida com o futebol profissional. O treinador já afirmou publicamente que não tem mantido contato com o camisa 10 e que só voltará a considerá-lo caso ele apresente uma melhora significativa em seu desempenho físico.

Prazo final para recuperação: março de 2026

A última chance de Neymar integrar o grupo da Copa será até março de 2026, quando ocorre a última Data FIFA antes da convocação final. Para isso, o jogador precisa demonstrar evolução física e consistência em campo.

Retorno recente aos gramados

Após mais de um mês afastado por lesão muscular, Neymar voltou a atuar neste último fim de semana pelo Santos, reacendendo discretamente a esperança de recuperação. No entanto, o cenário atual é considerado o mais desfavorável desde que o atacante se tornou presença constante na Seleção.