O Chelsea enfrenta uma nova batalha fora das quatro linhas: para conseguir registrar suas contratações na próxima edição da Liga dos Campeões, o clube precisará promover uma grande reformulação no elenco e arrecadar recursos com vendas já neste verão europeu. A movimentação no mercado promete ser intensa.
Apesar de já ter embolsado cerca de 22,2 milhões de euros com as saídas de Marcus Bettinelli, Kepa Arrizabalaga e Bashir Humphreys nesta janela de transferências, o valor está longe do necessário. Na última semana, os Blues foram multados em 92,7 milhões de euros pela UEFA por violar regras do Fair Play Financeiro, o que aumenta a pressão por equilíbrio nas contas.
Elenco inflado e reforços caros obrigam Chelsea a vender
O Chelsea já gastou centenas de milhões de euros nesta janela, contratando nomes como Jamie Gittens, João Pedro e Liam Delap, todos apostas da nova gestão esportiva sob comando de Enzo Maresca. No entanto, para regularizar essas aquisições e outras que ainda podem chegar, o clube londrino precisa enxugar o elenco considerado “grande demais” pela diretoria.
Segundo a imprensa britânica, até 14 jogadores podem ser negociados, entre eles nomes de peso como Raheem Sterling, Armando Broja, Ben Chilwell, Kiernan Dewsbury-Hall e Lesley Ugochukwu. A lista de possíveis saídas também inclui Axel Disasi, Malo Gusto, Christopher Nkunku e até o goleiro Djordje Petrovic, que realizou exames médicos no Bournemouth na segunda-feira (14).
Mais de 70 milhões de euros em vendas ainda são necessários
Registrar jogadores na Champions League exige que o clube esteja dentro dos parâmetros financeiros, considerando salários e valores de transferência amortizados. Estima-se que o Chelsea ainda precise levantar cerca de 70 milhões de euros para conseguir inscrever todos os reforços na competição europeia.



