A Conmebol se reuniu com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, em Nova York, para reforçar o pedido de que a América do Sul receba mais partidas da Copa do Mundo de 2030, edição que marcará o centenário do torneio.
O encontro contou com a presença do presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, e dos mandatários das associações de futebol da Argentina (Chiqui Tápia), do Uruguai (Nacho Alonso) e do Paraguai (Robert Harrison). Também participaram os presidentes do Paraguai, Santiago Peña, e do Uruguai, Yamandu Orsi, que estão em Nova York para a Assembleia Geral da ONU.
Modelo atual da Copa 2030
Até o momento, o acordo definido prevê que Argentina, Paraguai e Uruguai recebam uma partida cada, em homenagem aos 100 anos da Copa, iniciada em 1930, no Uruguai. As demais partidas da competição estão distribuídas entre Espanha, Portugal e Marrocos, sedes principais do Mundial.Proposta da Conmebol
A proposta apresentada nesta terça sugere que Argentina, Paraguai e Uruguai sejam sedes de um grupo cada, totalizando pelo menos seis partidas da Copa de 2030 na América do Sul.
Além disso, a Conmebol voltou a defender um aumento excepcional no número de seleções participantes, passando de 48 para 64 times apenas nesta edição. O argumento é que o centenário da Copa do Mundo justifica a ampliação.
Resistências e desafios
Apesar da proposta, a Conmebol reconhece que há forte resistência da Uefa e da Concacaf em relação ao aumento do número de seleções. Por isso, o foco da entidade sul-americana no momento é garantir mais jogos no continente, mesmo que isso implique na transferência de partidas previstas para Europa e África.
Próximos passos
O plano da Conmebol será levado ao Conselho da Fifa, que se reúne no próximo dia 2 de outubro. Será nesse encontro que a proposta poderá ganhar força ou ser descartada, definindo os rumos da Copa do Mundo de 2030.














