Cristiano Ronaldo decidiu manter a greve no Al-Nassr e não estará em campo no clássico contra o Al-Ittihad, marcado para esta sexta-feira (6), pela Liga Saudita. A decisão reforça o protesto do craque português contra a gestão do Fundo de Investimento Público (PIF) da Arábia Saudita.
Motivos da greve de Cristiano Ronaldo
Segundo informações do jornalista Fabrizio Romano, CR7, que completou 41 anos nesta quinta-feira (5), já havia desfalcado o Al-Nassr no dérbi contra o Al-Riyadh pelo mesmo motivo. O atacante se posiciona contra a forma como o PIF vem administrando os clubes, especialmente após a polêmica transferência de Karim Benzema do Al-Ittihad para o Al-Hilal, líder da Liga Saudita e principal rival do Al-Nassr na disputa pelo título.
Impacto no Al-Nassr e na Liga Saudita
A ausência de Cristiano Ronaldo em jogos decisivos aumenta a pressão sobre o Al-Nassr, que luta para se manter competitivo na corrida pelo título da Liga Saudita. Além disso, a greve do craque gera repercussão internacional, colocando em evidência os bastidores da gestão esportiva no país.
Rumores sobre o futuro de CR7
Enquanto a crise se prolonga, crescem os rumores de que Cristiano Ronaldo poderá deixar a Arábia Saudita caso não ocorram mudanças significativas até o meio do ano. Essa possibilidade alimenta especulações sobre novos destinos para o astro, que segue sendo um dos jogadores mais midiáticos e influentes do futebol mundial.














