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Finalissima

Finalíssima entre Argentina e Espanha pode mudar de sede após tensão no Catar

O futuro da Finalíssima entre Argentina national football team e Spain national football team será definido na próxima semana, segundo informaram a UEFA e a CONMEBOL. A incerteza sobre a realização da partida no Catar surgiu após ataques no país em meio à escalada do conflito no Oriente Médio.

O confronto entre os atuais campeões da Europa e da América do Sul está marcado para 27 de março, no estádio Lusail Stadium, próximo a Doha. No entanto, a situação de segurança na região colocou em dúvida a realização do evento no local inicialmente definido.

Em comunicado enviado à AFP, a UEFA afirmou estar acompanhando o cenário. “Estamos cientes das especulações em torno da Finalíssima, dada a situação na região. Uma decisão final é esperada até o final da próxima semana. No momento, nenhuma sede alternativa está sendo considerada”, informou a entidade.

Apesar das incertezas, dirigentes das duas confederações reforçam que o objetivo é manter a realização da partida. Uma fonte da CONMEBOL afirmou que há negociações em andamento com os organizadores locais e destacou que “a intenção de todos é que o jogo aconteça”.


Duelo aguardado entre estrelas do futebol

Caso seja confirmada, a Finalíssima colocará frente a frente dois grandes talentos do futebol mundial: Lionel Messi, principal referência da seleção argentina, e o jovem espanhol Lamine Yamal.

A partida também será o último grande duelo oficial entre seleções antes da próxima FIFA World Cup 2026, marcada para ocorrer entre junho e julho.


Possibilidade de nova sede

Diante do cenário de instabilidade, já se discute internamente a possibilidade de mudança de local caso a partida não possa ser disputada no Catar.

O técnico da Espanha, Luis de la Fuente, comentou o tema em entrevista à emissora RTVE.

“A solução, pelo que entendi, seria encontrar outra sede, já que talvez não possamos jogar lá. O que está claro é que queremos jogar, porque não atuamos desde novembro”, afirmou o treinador.

Até o momento, nem a Argentine Football Association (AFA) nem o técnico da Argentina, Lionel Scaloni, se manifestaram publicamente sobre o tema desde o início da escalada do conflito no Oriente Médio.