O Criciúma venceu fora de casa, fez 2 a 0 no lanterna Botafogo-SP, e segue firme na Série B. Mas como ninguém escapa das Notas do Taquarada, aqui vão as notas mais sinceras (ou quase) dessa partida. Spoiler: teve gol, teve trave, teve jogador em posição errada e até tentativa de bicicleta. Segura essa análise.
Alisson – Nota 6.5
Foi pouco exigido, mas quando precisou, apareceu bem. Tipo aquele amigo que some por três meses, mas aparece com a solução quando o carro quebra. Seguro, sem inventar.
Benevenuto – Nota 6.5
Não comprometeu, não brilhou. Discreto como quem entra no rolê, pega um copo de refrigerante e some no canto. E às vezes, isso é tudo o que a zaga precisa.
Rodrigo – Nota 7
Jogou como se tivesse um GPS interno pro posicionamento. Seguro, sério, quase um guarda de trânsito da grande área.
Luiz Henrique – Nota 4
Eduardo Baptista teve a ideia de colocar ele de zagueiro e… bom, a experiência foi tipo fazer miojo no micro-ondas: tecnicamente possível, mas arriscado demais. Sofreu muito. Quase pediu pra sair.
Marcinho – Nota 7
Bem no jogo, correu, criou, chutou… fez mais entregas que motoboy em sexta-feira à noite. Incansável.
Mateus Trindade – Nota 7
Deu segurança ao meio-campo. Parecia aquele amigo responsável do grupo que carrega a galera nas costas e ainda paga o Uber. Boa atuação.
Gui Lobo – Nota 6
Se esforço valesse gol, teria saído com o hat-trick. Correu o jogo todo, mas a bola não ajudou. Faltou aquele último passe ou chute com direção.
Jonathan Robert – Nota 6
Participou pouco. Não foi mal, mas parecia meio fora da vibe do jogo, tipo quem foi convidado pra festa errada.
Diego Gonçalves – Nota 8
Dois gols e muita entrega. Um atacante de respeito, daqueles que mandam o “deixa que eu resolvo” e resolvem mesmo. Se tivesse marcado o terceiro, ganhava até faixa de capitão vitalício.
Nicolas – Nota 7
Participou da jogada do segundo gol, fez boas movimentações. Importante como um bom coadjuvante em filme premiado. Não aparece tanto, mas tá lá na cena do gol.
Léo Naldi – Nota 7
Foi bem na construção. Atuou com inteligência, ocupando espaços e evitando confusão. Jogador que todo técnico quer ter.
Yan Souto – Nota 7
Entrou e deu segurança. Zagueiro raiz, daqueles que parece ter nascido de chuteira e com sangue frio no lugar do sangue comum.
Jean Carlos – Nota 6
Tentou um gol de bicicleta no fim. Pela ousadia, ganhou ponto. Ainda precisa melhorar o encaixe no time, mas pelo menos tentou dar espetáculo.
Felipe Matheus – Nota 6
Não comprometeu, mas também não brilhou. Atuação padrão “ok” de quem entrou e não quis fazer barulho.
Otusanya – Nota 6
Muita disposição, velocidade, vontade… Faltou só acertar o tempo da bola e parar de correr como se estivesse jogando pega-bandeira.
Eduardo Baptista – Nota 7
Começou errado ao escalar Luiz Henrique na zaga, mas teve a moral de corrigir com boas substituições. Errou, mas aprendeu, tipo aluno que colou na prova e depois estudou de verdade pra recuperação. No final, tirou nota boa.



