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Notas

Notas do Taquarada: Criciúma x CRB

O Criciúma venceu o CRB, somou três pontos importantes e segue vivo na briga do acesso. Mas como todo bom torcedor sabe, o Tigre nunca entrega nada de bandeja. A vitória veio, sim, mas acompanhada de emoção, susto no final e aquele pacote básico de “meu Deus, não é possível que ele perdeu esse gol”. O Taquarada entrou em campo pra dar nota, opinar e, claro, zoar um pouquinho.

Alisson – 6
Fez um jogo tranquilo… até o fim. Aí resolveu dar aquela emoção ao torcedor, com uma falha digna de teste cardíaco. Por pouco não virou manchete de “vitória vira vexame”.

Lucas Dias – 5
Parecia que tinha o GPS desligado. Atrás, na frente, meio perdido. Ficou devendo.

Rodrigo – 7
O famoso “zagueiro raiz”. Não inventa, não complica. Seguro como sempre. Se todo mundo fosse como ele, nem precisava de goleiro.

Luiz Henrique – 6.5
Fez o básico, e o básico funcionou. Não comprometeu, não brilhou. Um arroz com feijão bem temperado.

Marcinho – 6.5
Não foi aquele Marcinho elétrico de outros jogos. Parecia no modo soneca, mas ainda assim deu suas escapadas.

Felipinho – 7
Bom jogo, boa movimentação. O famoso “corre por ele e pelo lateral do outro time”.

Léo Naldi – 7
Estava jogando bem, mas o músculo resolveu sabotar. Saiu lesionado, mas deixou boa impressão.

Gui Lobo – 8.5
Melhor em campo. Deitou, rolou, armou, correu, marcou, quase foi buscar água pros colegas.

Jonathan Robert – 7
Participativo, bem no jogo. Não decidiu, mas não se escondeu. Mais presente que parente em grupo de WhatsApp.

Dudu Gonçalves – 7
Correu mais que notícia ruim. Se movimentou o tempo inteiro, infernizou a defesa adversária. O motorzinho do time.

Nicolas – 5
Perdeu um pênalti. Perdeu um gol feito. Perdeu a chance de virar herói. No fim, só não perdeu a nota 5 porque já tava ali.

Marquinhos Trindade – 7
Entrou pra fechar o meio e conseguiu. Roubou bola, marcou, até levantou poeira de tanto que correu.

Juninho – 6
Parecia estar jogando depois de um mês de férias. Sem ritmo, mas ainda tentando se entrosar.

Borasi – 6
Não teve chance de gol, mas correu bastante. Aquele jogador que entrega, mas não aparece na selfie.

Yan Souto – 6.5
Entrou bem, sem sustos. Fez o simples. O tipo de cara que ninguém lembra, mas que salva umas bolas importantes.

Jean Carlos – 6
Entrou e… ficou ali. Tentou, mas não engrenou. Foi tipo aquela promessa de segunda-feira fitness: começou e terminou no mesmo dia.

Eduardo Baptista – 6.5
Fez mudanças na defesa que deixaram o torcedor com os cabelos em pé (os que ainda têm). No fim, deu certo, mas podia ter sido menos sofrido.