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Notas

Notas do Taquarada: Criciúma x Cuiabá

O Criciúma fez o dever de casa, venceu o Cuiabá por 1 a 0, garantiu mais três pontos e subiu na tabela da Série B. Mas calma lá: se a vitória animou a torcida, o futebol apresentado não foi dos mais empolgantes. O Portal do Taquarada traz agora as notas com um toque de sinceridade (e um pouco de humor, porque a vida já é dura demais).

Alisson – Nota 6
Trabalhar? Hoje não! Assistiu ao jogo de camarote com luvas e uniforme. Mas quando precisou, estava lá. Seguro, como o porteiro do prédio depois das 22h.

Rodrigo – Nota 6
Mais perdido que Wi-Fi em estádio cheio. Atrapalhado em vários lances, mas saiu sem grandes danos. O famoso “passou raspando”.

Benevenuto – Nota 4
Parecia que estava jogando de chinelo. Errou passes, posicionamento e quase comprometeu o time. Deve ter confundido o uniforme do Cuiabá com o do parceiro.

Castán – Nota 7
O “tiozão da zaga” que segura tudo quando o resto da defesa entra em pânico. Atrapalhado às vezes, mas foi o mais confiável lá atrás.

Marcinho – Nota 3
Foi lateral, foi ala, foi motivo de grito da torcida. Errou tudo o que tentou, cometeu pênalti (anulado, amém) e ainda foi eleito o pior em campo com louvor.

Matheus Trindade – Nota 5
Marcar? Só se for presença. Passou o jogo correndo atrás da bola sem muito sucesso.

Gui Lobo – Nota 5
Discreto demais. Se fosse um personagem de série, seria o figurante que aparece só no fundo.

Jhonata Robert – Nota 6
Fez o gol da vitória e salvou o domingo da galera. Só por isso já merece palmas. Depois do gol? Virou turista em campo.

Felipinho – Nota 7
O craque da rodada! Participativo, rápido, criativo. Se o ataque fosse uma banda, ele seria o vocalista carismático que segura a plateia.

Diego Gonçalves – Nota 6,5
Correu, driblou, voltou pra marcar, correu de novo. Não brilhou, mas foi aquele colega de grupo que carrega o trabalho nas costas.

Nicolas – Nota 5
Perdeu gol, desapareceu, reapareceu… e foi mal. Mais apagado que luz de boate às 4h da manhã.

Reservas

Léo Naldi – Nota 5
Entrou e ficou rodando em campo procurando o mapa tático. Não encontrou.

Juninho – Nota 5
Teve a bola do jogo nos pés e mandou pra fora. Um convite para ser meme na próxima rodada.

Jean Carlos – Nota 5
Entrou no modo “fantasma”. Só percebemos que ele estava em campo quando o nome apareceu na súmula.

Yan Souto – Nota 6
Pelo menos colocou ordem na casa na parte final. A defesa agradeceu, a torcida também.

Técnico

Eduardo Baptista – Nota 4
Fez substituições que ninguém entendeu, leu o jogo como quem esqueceu o óculos em casa e viu o time cair de produção. Venceu? Sim. Convenceu? Não. A sorte do Tigre foi maior que o planejamento.

Resumo da ópera: o Criciúma venceu, subiu na tabela, mas ficou devendo no espetáculo. Sorte que futebol não é concurso de beleza, e os três pontos vieram mesmo assim.

Quer mais análises sinceronas? Fica com a gente no Portal do Taquarada!