O Tigre voltou a campo e, confesso, por um momento achei que seria mais uma vitória encaminhada. Mas me esqueci de um detalhe importante: estamos falando do Criciúma, e segurar um resultado fora de casa é sempre uma missão complicada — mais difícil que segurar o Zeca na fome de leão.
Agora, a missão é clara: vencer em casa para fazer valer esse empate como visitante. E aí, veio pelas notas dos jogadores? Quase me esqueço! Vamos conferir como cada um se saiu na partida:
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Alisson – Não comprometeu, mas também não brilhou. Saiu no intervalo e deixou a dúvida: foi por precaução ou por precaução da torcida? Nota: 6,0
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Kauã – Estava lá, viu o gol acontecer de camarote, mas não teve culpa. Um dos poucos que saiu limpo da cena do crime. Nota: 6,0
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Rodrigo – Levou um drible no lance do gol que até hoje está procurando o atacante. Quase abriu uma vaquinha pra comprar GPS. Nota: 6,0
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Castán – Firmou o pé na zaga e distribuiu respeito. O mais sério da turma. Nota: 6,0
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Zé Gabriel – Foi substituído no intervalo. Ainda estamos tentando entender se foi por estratégia ou proteção ao jogador. Nota: 6,0
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Yan Souto – Um roteiro confuso: falhou no gol, mas salvou outro. É o típico personagem que erra, mas a gente perdoa porque também ajuda no final. Nota: 6,0
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Matheus Trindade – O farol em meio à neblina. Foi o mais lúcido em campo, carregou o piano, o teclado e ainda tentou tocar um violino. Nota: 7,5
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Gui Lobo – Participativo, ajudou na criação e não teve medo de aparecer. Um dos que mais tentou dar liga no time. Nota: 7,0
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Jonathan Robert – Deu um respiro no meio de campo. Um pulmão a mais num time que andava sem fôlego. Nota: 7,0
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Diego Gonçalves – Ficou devendo… e olha que a dívida não era tão alta. Produziu pouco, parecia mais turista no jogo. Nota: 5,5
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Nicolas – Luta? Muita. Técnica? Nem tanto. Mas ninguém pode dizer que ele não correu por dois. Nota: 6,5
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Jean Carlos – Ainda não justificou o RG. Passou meio apagado, como se tivesse esquecido onde estava. Nota: 6,0
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Léo Naldi – Entrou com energia e deu uma chacoalhada. Quase como quem diz: “Ei, vamos jogar bola?” Nota: 6,5
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Eduardo Baptista (técnico) – Armou o time certinho… até o jogo começar. Depois ficou no modo observador, mas não comprometeu. Nota: 6,5



