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Notas

Notas do Taquarada: Remo x Criciúma

O Criciúma venceu o Remo fora de casa por 1 a 0, num jogo que teve de tudo: pressão adversária, goleiro salvando até pensamento, ataque tomando decisões questionáveis e, claro, o bom e velho VAR, que apareceu nos acréscimos para confirmar o pênalti salvador.

No fim, três pontos na bagagem, vaga no G-4 garantida e o torcedor pôde dormir tranquilo abraçado no travesseiro — e agradecendo ao Alisson. O Taquarada analisou (com carinho e um leve toque de ironia) as atuações do elenco tricolor. Confira:

O herói do rolê

Alisson – Nota: 8
Poderia muito bem ter saído do estádio com uma capa de super-herói. Fez pelo menos três defesas à la Manuel Neuer e segurou o empate quando o time parecia mais perdido que carro sem GPS. O gol no fim fez justiça.

Defesa: firmes, frios e… Maná?

Rodrigo – Nota: 7
Você pode não notar ele em campo, e é exatamente por isso que ele vai tão bem. Discreto e sólido, como todo bom zagueiro “raiz”.

Luciano Castán – Nota: 7
Fez o básico bem feito. Nada de firula, só seriedade e desarme. Receita de zagueiro eficiente.

Marcinho – Nota: 6.5
Começou levando nota vermelha, mas conseguiu subir a média no segundo tempo. Fez o famoso “não fui bem, mas dei meu jeito”.

Maná – Nota: 5
Se perdeu mais que turista sem mapa no centro histórico. Erros de marcação, passes errados e parecia sempre um passo atrás da jogada. Um daqueles dias em que nada encaixa.

Meio-campo: o setor bipolar

Luiz Henrique – Nota: 6.5
Sumido, mas de repente ali, como um velho amigo do colégio que você encontra por acaso. Tocou simples, não comprometeu. Às vezes é isso que precisamos.

Léo Naldi – Nota: 7
Começou mal, mas cresceu muito no segundo tempo. Alguém deve ter trocado o chip no vestiário.

Jonathan Robert – Nota: 5
Não acertou nada. Parecia jogar com o Wi-Fi caindo. Um dos mais apagados em campo.

Gui Lobo – Nota: 6.5
Errou bastante no primeiro tempo, mas se recuperou na segunda etapa com movimentação e bom apoio.

Ataque: esforço teve, criatividade… nem tanto

Diego Gonçalves – Nota: 6
Tentou, mas parecia jogar com peso nas chuteiras. Faltou inspiração, ousadia e alegria (como diria o outro).

Nicolas – Nota: 6.5
Brigou mais que ex-casal em grupo de WhatsApp, mas pouco efetivo. Esforçado, o que já é metade do caminho.

Entraram com sangue nos olhos

Matheus Trindade – Nota: 7
Entrou como se tivesse perdido o ônibus. Acelerou o jogo e ajudou a dar outra cara ao meio-campo. Boa surpresa.

Yan Souto – Nota: 7
Entrou com a missão de segurar o rojão e conseguiu. Nada espetacular, mas eficiente como um bom antivírus.

Borasi – Nota: 6.5
Deu mais movimentação e profundidade ao ataque. Faltou a finalização para fechar o pacote.

Jean Carlos – Nota: 7
Entrou bem, mostrou visão de jogo e participou com inteligência. Pede passagem.

O professor

Eduardo Baptista – Nota: 7
Fez um primeiro tempo bagunçado, mas teve boa leitura no intervalo. As mudanças surtiram efeito, e o time cresceu. No fim, vitória e alívio.

Resumo da ópera

O Criciúma saiu de campo com três pontos valiosos e a confiança renovada. Mesmo sem encantar, o time foi eficiente, e o torcedor agradece. Do outro lado, o Remo ainda está tentando entender como não venceu um jogo onde teve as melhores chances